Morte de Mystra. Ascensão de Lathander. Fuga dos deuses organizada por Selune.

Morte de Mystra. Deuses malignos banidos. Praga arcana. Lathander, líder do panteão humano. Tantas emoções em um único dia!

Novamente uma sessão onde o que ninguém poderia esperar aconteceu.

Ishmael vence seu primeiro dragão e encontra a Tia enquanto procura pelo sumido Lucan, ladrão de ovos de dragão. Em sua busca infrutífera, o paladino derrota suas convicções mais profundas e renasce confrontando verbalmente Lathander. Ishmael torna-se um proscrito.

Tia resgata Ishmael de seu estado febril e o leva até o santuário de Mielikki onde encontra os demais aventureiros e dispõe-se a levá-los para a Grande Fenda.

William tem seus serviços contratados por uma misteriosa maga, mas perde sua cliente durante os efeitos da Praga Arcana em Lua Argêntea. Despertando durante um ataque orc à cidade, acaba tombando em batalha e seu destino incerto.

Hawke vê Storm morrer diante dele bem como vários escolhidos de Mystra sacrificarem-se para que ele sobreviva à Praga Arcana durante um ritual executado por Mortus, que acredita ter livrado-se da licantropia que o afligia. Resta agora seguir com Mortus para a Grande Fenda após a revelação de que é preciso enfrentar o próprio sol.

Ily'Aleera sobrevive à sua jornada no Underdark e, em um ato de extrema bondade e bravura, salva Lithanm e vários escravos em uma colônia drow. Uma vez retornando ao santuário de Mielikki, separa-se mais uma vez dos demais aventureiros para seguir em direção à Bristar.

Lithanm renasce em Eilistraee e perde seu sangue dracônico para tornar-se um escolhido de Eilistraee.

O Sol chega ao Underdark.
Por meio de um estratagema de Shar, Mystra falece assassinada por Cyric mesmo após resistir ao Cyrinishad. Lathander funde-se à essência da deusa da magia e toma a magia para si, tornando-se uma divindade superior às demais. A tirania do autoproclamado Sol Eterno, no entanto, resulta na expulsão das divindades malignas para Toril na forma de bebês, na fuga de divindades benignas para Arvandor e no aprisionamento de Tyr, Ilmater e Torm. Helm, libertado de sua dívida de 100 anos, resolve ficar para proteger os deuses cativos.

A Dama da Noite  

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A Dama da Noite sorri. Sua beleza malévola e secular levaria centenas de milhares de mortais ao desespero, mas ela jamais revelaria seu rosto a um mortal. Não, ela prefere o segredo. À sua frente, o cavaleiro encontra-se firmemente postado, impassível, os olhos tomados pelo infinito voltados para Elisium, para a morada do Senhor do Amanhecer.
Shar

"Diga-me, cavaleiro," - sua voz esgueira-se até os ouvidos do deus, o elmo refletindo a pálida bochecha da deusa "o que o nosso solzinho está fazendo agora?" A resposta é imediata e objetiva, enquanto os olhos de infinito do cavaleiro fitam o horizonte sem jamais desviarem-se e a palma de sua mão aponta para a morada do inadvertido deus.

As unhas negras deslizam sobre o peitoral da armadura do cavaleiro em um abraço que poderia ser mortal se assim a deusa o quisesse. "Bom trabalho, cavaleiro! Agora, mais uma pergunta..." sussurra a Donzela da Perda ao mesmo tempo que saboreia as próprias palavras. E as sombras voltam a tudo imergir em segredos.

Malik  

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Disponível em http://www.schreckwerk.com/Projects/Library/

Trono Supremo. Uma gargalhada rasga o silêncio. E outra. E outra e outra. Insanidade. Demência. Partem-se os últimos fios de sanidade.

"Malik! Malik!! MALIK EL SAMI YN NASSER!!! Traga! Traga para mim!!"

Do trono, ele grita. Do trono, ele gargalha. Seus olhos reviram-se, sua boca dobra-se, fende-se, espuma. Não há razão naquela sala, enquanto seus dedos contorcem-se como serpentes furiosas tentando devorar a empunhadura de Lâmina Cortante. Mesmo a espada silva como também gargalha-se bebendo do sangue do deus que a abraça contra o seu rosto.

"MAAAAAAAAALIIIIIIIIIIIIIIIIK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"


Torre do Olho  

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1372 CV.

Pela primeira vez desde 992, ele caminha pelas escadarias do templo. Sua armadura de batalha completa não deixa margem à qualquer fraqueza. Compacta e ornada com olhos esculpidos em alto relevo no mitral que a compõe, uma aura de poder cerca as defesas desta figura. Ninguém se opõe a ele. A Torre do Olho já foi tomada.

Ele saboreia cada passo. Diante dele, ainda de pé, Endra Mathlyn ainda tenta entender o que está acontecendo. Foram dias de fúria na vastidão. Quando o comunicado de que os portões deveriam ser abertos aos banitas chegou, Endra lembrava de ter rido alto de toda aquela loucura. Alguém havia cometido um erro. Três dias depois ela sabia: ela havia cometido um erro.
Endra Mathlyn. 1358 CV

O templo havia resistido com todas as suas forças, mas o momento da queda havia chegado. Ao lado dela, jazia um incontável número de Cavaleiros da Vigília Eterna. Os olhos deles cerrados para sempre. Eram tantos que a escadaria austera havia ganho o vermelho da morte e não se podia andar sem esmagar a vida que lhes fugia pelos ferimentos mortais.

Aquele era o fim. Suas preces lhe faltavam. Helm não respondia à Alta Guardiã.

"Curve-se, mulher, diante do Supremo Vigilante!"

"Heresia! Este posto nunca mais foi reclamado desde antes de nós dois termos avós, cria de Bane!"

"Não, de Bane não - murmurou o cavaleiro, de Helm, de Helm"

Era mais do que ela podia suportar. Diante dela, o cavaleiro exibia uma corrupção inominável: um amálgama hediondo do símbolo de Bane e Helm - uma hedionda garra de onde abria-se um olho demoníaco podia ser vista em alto relevo no peitoral de amadura de batalha.

Em nenhum momento Endra desviou o olhar, em nenhum momento Endra suplicou. Quando seu corpo sem vida banhou-se no sangue de seus companheiros, foi com os olhos sempre abertos que a chama de sua última vigília se extinguiu.

Têmis  

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O sol arde vermelho. O que isso quer dizer neste fim de tarde? Talvez nada. Têmis tem estado preocupada.

"Ele tem estado diferente"

No vilarejo esquecido pelo mal, ela observa Alma. A missão foi clara. Vigiá-la, protegê-la, esperar o nascimento da criança e, então, instruir a ambos. Uma missão que durará décadas. Têmis a tem feito a sua maneira. Tornaram-se conhecidas, embora longe de serem amigas. A carne mortal ainda é algo que a incomoda. O cansaço, o sono, a fome. Séculos atrás, tudo isso era familiar, mas agora voltam como memórias perdidas, sensações que parecem nunca ter existido.

O que mais lhe incomoda agora é o rumo que a fé repentinamente tomou. As novas verdades do Senhor do Amanhecer a incomodam. Toda a estranha cantilena, novos pequenos rituais; tudo tão brusco. "O sol não muda, não assim" - murmura enquanto continua a trabalhar nos pomares. Deles pode ver a varanda da casa onde Alma se encontra sentada tecendo.

"O sol não muda", repete para si mesma enquanto pensa naquela manhã em que fugiram do alcance de sua Alta Radiância. Na verdade, não foi tão difícil. Alma ainda estava assustada com tudo aquilo e Têmis apenas conduziu aquele temor para as caravanas que saiam da cidade. Aquela louca e barulhenta fé não era aquilo que conhecia quando serviu o Senhor do Amanhecer em 900CV. "Parecem heréticos!", resmungou levemente irritada.

De repente, seus olhos fitavam suas mãos. Havia cortado, em seu devaneio, a mão no galho da macieira. Então agora também suava e sangrava. "Fascinante!", sorriu enquanto voltava a fitar o sol avermelhado que se despedia no horizonte.

A Rainha Branca e A Rainha Escura  

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"A Rainha Branca está apreensiva, mas não sabe o porquê. A Rainha Escura a odeia e dá ao assassino um manto negro. O assassino esgueira-se até a Rainha Branca. Ela não pode vê-lo deslizar pelas sombras. A espada grita. Cai a Rainha Branca. Desmorona sua cidade. Rochas tomam a caverna e soterram O Que Diz a Verdade. A Árvore queima destruída em agonia. Galhos se partem, contorcem-se e crescem juntos."

A Cadela  

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A Cadela caminha silenciosa e ameaçadora. Ninguém a viu afastar-se, ninguém sentirá sua falta até que seja tarde demais, até que tudo seja inevitável. Apenas as teias de aranha ficam para trás sem deixar rastro algum de suas intenções. Uma aranha para à sua frente. A Mãe da Luxúria leva o indicador aos lábios soprando levemente sobre ele. O gesto confunde a única testemunha daquela jornada que mal tem tempo de reagir antes de ser agarrada pela deusa e despedaçada viva entre as presas da Rainha das Aranhas. "Shhhhh..."




Já é mais de meia noite quando Ishmael acorda Lucan para cumprir seu turno. Lucan levanta-se sem falar nada. Por mais que Ishmael tente e insista e mostre-se amigável e interessado não só no passado de Lucan, mas nele mesmo, o elfo não se torna mais simpático ou agradável, carregando uma mágoa tão secular quanto seu próprio povo. Noite passada, no entanto, um comentário bobo sobre alguma coisa fez com que seu companheiro sorrisse e Ishmael teve ali mais esperança em mudar o trágico futuro de Faerun.

Durante o sono, no entanto, seus pesadelos continuam, mas dessa vez não são dragões. Ishmael vê-se diferente em seus sonhos, em uma outra vida nessa mesma época. Uma armadura de sombras cobrindo seu corpo, uma mácula arrancada pela força de sua fé e magia élfica. Depois, tempos futuros, um terrível dragão tenta atacar amigos irreconhecíveis e é Ishmael, dotado de uma inesperada força e uma inabalável fé, que o segura, dando tempo para que os que o acompanham possam impedir um ritual profano. Ele não vê o resultado dessa contenda, pois é imediatamente arremessado em um instante sozinho, segundos antes de ver a deusa dracônica de muitas cabeças obliterando seu cérebro. A incomum, mas familiar figura de si próprio olha para o espectador do sonho e fala com segura certeza:

"Não é o fim".

Banhado pelo próprio sangue, Ishmael vê-se novamente entre parceiros. Na escuridão medonha criada por drows, um amigo à suas costas e uma batalha vencida. Ali ele é diferente, traz o símbolo de Horus-Re no peito, a arma dourada do deus Mulhorand o acompanha. Da escuridão mágica, é arremessado no calor de um gigante vermelho. O grande dragão, sem piedade alguma, deixa-o vivo, mas carboniza todos seus companheiros. Novamente sozinho, ele segue uma jornada de sacrifícios que teve seu fim quando um enorme grupo de celestiais dão suas vidas para que outros heróis saiam vitoriosos. À frente deles, Ishmael de Horus-Re, que com força grita para Ishmael passageiro dos sonhos.

"Nunca desista".

Sua mente, então volta o tempo, Belarns que deram suas vidas para salvarem pessoas, países, mundos. Celestiais de sua linhagem contendo inimigos, sacrificando seus sonhos e vidas para que outros pudessem sonhar e viver. Anjos com asas feitas de nomes de heróis e amigos que estiveram ligados a seu destino perdem suas penas. Um angustiante teatro de mortes familiares passa pelos olhos do adormecido paladino, passivo caminhante de seus sonhos, que nada pode fazer a não ser entristecer-se, chorar por tantas vidas perdidas. Assim, a escuridão está em volta, impossível de ser dissipada por aquele que carrega o sol em seu sangue. A dor é muito grande, corpos demais cobrem seu alvorecer.

Passos de um cavaleiro são ouvidos. Quando surge, sua armadura brilha mesmo que não exista luz naquele lugar. Ivanuir Belarn, como um pai, ergue Ishmael. Afasta-o à distância de um braço e com a expressão mais afetuosa que possui fala:

"Nada foi em vão. Tenha esperança".

Os olhos de Ishmael erguem-se com os primeiros raios do sol da manhã. Ele agradece a Lathander por essa manhã, pela mensagem de esperança que recebeu em seus sonhos. Enquanto arruma sua bolsa para continuar viagem, pede a Torm precisão em seus golpes para afastar o mal. Quando divide sua ração com Lucan, dirige-se a Ilmater esperando ter perseverança o bastante para chegar ao fim de sua jornada, e a Tyr, para que essa seja justa. Mas sua garganta seca antes de proferir o nome do Vigilante. Confuso, uma sensação terrível o toma, ele sente o olhar do Guardião, mas não se sente mais seguro com ele.

Aurgloroasa
Depois de um inusitado encontro no templo de Silvanus que o levou a desmaiar, Ishmael viaja pelos mais importantes momentos da história de Faerun. Do distante passado ao sombrio futuro, o paladino de Lathander tenta sobreviver nas entrelinhas da perigosa cronologia dos Reinos, enquanto seu lado bondoso faz com que ele altere um importante momento para o Culto do Dragão e para a presente Faerun.

Agora, tendo de carregar um dos mais perigosos tomos de magia de FR, Ishmael segue para o Vale das Sombras esperando encontrar ajuda nas lendas sobre um velho e sábio mago, enquanto fica à mercê de suas visões do passado e do futuro personificadas na figura de Lucan.

Lucan

E quando o Mestre pensa que nada mais grandioso pode acontecer, os jogadores presenteiam Faerûn com uma sessão grandiosa em todos os aspectos.

Ily'Aleera empreende sua viagem ao Lago Sember juntamente com o drow Lithanm. Durante a jornada, ela entra em contato com a Lâmina Vitoriosa do Povo ao mesmo tempo que é acompanhada por Kiira. Uma vez às margens do Lago Sember, depara-se com a imagem do semideus da vingança e tal evento quase representa o fim de sua aventura.


Por sua vez, Lithanm, seguindo a elfa mais afastado, é interceptado por elfos do sol e entra em uma batalha de vida e morte contra eles, vencendo, embora extremamente ferido e atraiçoado pela divindade que achava que o protegia. Em um último golpe contra sua fé, o próprio Shevarash desce a Faerûn para eliminar o drow, mas fracassa ao ter seus poderes divinos retirados por Corellon. Resgatado e cuidado por dríadesl, Lithanm encontra uma forma de retornar até Ily'Aleera e continuar o caminho até a passagem aquática. Com o coração em dilema, Lithanm cede ao companheirismo da elfa e luta ao seu lado contra uma temível serpente marinha. Ao final de tudo, ambos conseguem chegar ao Underdark. A jornada apenas começou.


No santuário de Mielikki, os demais aventureiros reúnem-se para prosseguir com a purificação. Beiran descobre um novo admirador e Varn isola-se de todos. Eles seguem deixando para trás o elfo infectado pelas forças inferiores, mas que logo volta a unir-se ao grupo com a chegada de um aliado desconhecido de Hawke. Varn prefere ficar em sua solidão.




Licantropos
Durante a purificação, no entanto, Beiran entra em contato com resquícios de seu antigo eu e volta a um estado semelhante ao de antes enquanto Lathander silencia-se, não atendendo aos brados fervorosos de seu clérigo. Através das ações de Beiran, a purificação parece ter sido bem sucedida, mas algo não está correto. Tentando encontrar o rastro de um sacerdote desaparecido, os aventureiros entram em embate com licantropos e logo vivem uma batalha de vida e morte. Durante o confronto, Beiran é assassinado por um dos licantropos, o que desencadeia um evento iniciado por Mystra que resultam na libertação de quatro príncipes dos planos inferiores sobre Faerûn. 

Decididos a impedir tal fato, os deuses pedem a Labelas que retorne o tempo. Beiran e Faerûn são salvas, mas ao custo de Labelas e da longevidade dos elfos. Corellon agora conta com um Seldarine reduzido: Shevarash, transformado em árvore como punição por sua desobediência e Labelas transformado em infante graças ao seu esforço grandioso.

Ishmael Belarn, aquarela por Nathália Garcia

Fala do Mestre 1  

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Beiran expulsando demônios.

Em mais uma sessão onde a palavra épico foi reescrita, nossos aventureiros concluíram com louvor sua missão de purificar e lacrar o nascimento de uma passagem para os planos inferiores aberta por recentes eventos envolvendo o intrépido gordinho Beiran.

Reduzidos em suas forças, restou a Beiran lutar contra aquilo que ameaçava dominá-lo para sempre. Ao mesmo tempo, combates em torno do ritual seguiam-se e apenas a orientação da nobre elfa tecelã transmitia alguma chance de sucesso ao feito improvisado pelos harpistas.


Enquanto Criegan morria bravamente ao lado de Evendur, Varn enfrentava desesperadamente os drows que lhe cabiam e Mortus, após vencer seu solitário inimigo, lançava-se a clamar pelos espíritos que não podiam descansar.


No centro do frágil ritual, a força de vontade de Beiran terminava por expulsar de si a presença diabólica que agora pairava, contida pelas rochas da fé de Hutgard. Tendo falhado em dominar o anão, o espírito conseguiu se apossar de Hawke.


Tendo percebido o peso de sua responsabilidade, sem poder contar com a ajuda de Ily'Aleera, que segurava em suas próprias mãos a vida de todos os audaciosos ritualistas, Beiran impôs sua vontade ao demônio e o trouxe para dentro de si novamente. Os mortos sem descanso invocados por Mortus usando toda a sua fé surgiam do chão no círculo interior do ritual e nem mesmo Ishmael ousava fazer algo visto que fortalecia com a sua fé o círculo de pedras que agora brilhava.


Em um ato de fé, Beiran clama pela vitória e esta responde. As energias infundidas em seu corpo são grandiosas demais e o ladino sente seu fim chegar. Exasperado, Ishmael clama que o sol não permita e um embate entre o Sol e a Vitória ocorre.


A Vitória triunfa e oferece à Beiran uma segunda chance em troca de seguir o mais terrível dos dogmas. Ao mesmo tempo, Ela desafia o Senhor do Amanhecer pela vida de Ishmael. Na casa dos deuses, Tymora e Lathander trocam ameaças veladas e um rumor de guerra inicia-se. Lathander toma uma decisão e indispõe-se contra Kelemvor. Tymora sugere que irá apoiar o jovem deus na Guerra Santa que virá. A contenda é resolvida, mas Tymora parece já ter tomado seu partido.


Lathander é punido por Ao e apresenta seu primeiro lapso de tempo. Shar age nas sombras e apenas Helm a vê.


Enquanto isso, Ishmael renasce de si mesmo e seu passado é reescrito. Exaustos, mas vitoriosos, os heróis seguem para um templo de Mielikki onde conhecem o Antigo Carvalho, supremo hierofante de Faerûn, vivo desde a chegada dos elfos há mais de 20 mil anos. Em contato com tal existência atemporal, Ily'Aleera descobre como salvar o jovem elfo selvagem da maldição que o tomou e parte com Lithanm em uma missão suicida: atravessar uma área dominada por drows e membros da Lâmina Gloriosa do Povo para então mergulhar em Lago Sember, encontrar uma passagem aquática que os leve até um temível lugar: um nodo onde em seu centro encontram-se as Lágrimas de Lolth, águas capazes de matar qualquer coisa com a qual entrem em contato.


Enquanto isso, Edriel prega peças em todos na clareira mielikita e quase suas travessuras levam à perda de todos os Frutos Sagrados Seculares, artefatos naturais mágicos. Beiran come 4 destes artefatos e só os deuses sabem o que poderá acontecer daqui para a frente.


Os aventureiros preparam-se. Ainda há locais a serem purificados. Ao mesmo tempo, a corajosa elfa do sol ruma na direção de sua possível morte. O que nos aguarda próxima sessão?


Ambientações  

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Ambientação  

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Pentad  

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O Pentad foi enfraquecido. Mystra perdeu-se em sua morte, Dumathoin não mais pronunciou-se. Apenas Corellon, Sehanine e Oghma buscam manter os laços dessa aliança. O grande plano orquestrado, o presente para todo o esforço de Eilistraee, a redenção e a união no maior centro de conhecimento élfico que jamais existiu: Faer’tel’miir; tudo parece ruir com a morte do Cajado Negro.

O destino de Eilistraee se aproxima. O que fará o Pentad enquanto ainda lhe resta poder?